A ENGEM – Meio Ambiente e Projetos Ltda, atua no mercado brasileiro de biodiversidade empresarial desde 2020, e consolida-se como uma crescente consultoria ambiental no país.
De Brasília assessoramos os mais diversos segmentos empresariais tanto da administração privada quanto pública. Apresentamos resultados e soluções práticas quando seu negócio estiver envolvido com o Meio Ambiente.
Quando o foco for sustentabilidade, desenvolvimento pleno e sustentável, caminhamos juntos nos conceitos de responsabilidade socioambiental. Beneficiamos com isso não só sua Empresa mas a sociedade como um todo. Afinal, soluções ambientais é o foco da ENGEM – Meio Ambiente e Projetos Ltda., que carrega desde o nome a assinatura do Meio em que trabalha e do Ambiente que proporciona a seus clientes. A chave para o desenvolvimento sustentável é a implantação de Empreendimentos que, atendendo as exigências legais de forma consciente, proporciona melhorias gradativas à toda a sociedade em que está envolvida.
Know how nas obtenções de licenças governamentais – municipal, estadual e federal – nos aproxima de bons resultados tornando mais rápido e eficientes os fluxos para sua obra e o esforço no desenvolvimento de seu projeto.
Entre os mais importantes recursos naturais brasileiros destacam-se as florestas nativas. Dessa forma, havendo a necessidade do corte e destocamento da vegetação nativa para implantação de um empreendimento, estes deverão ser acompanhando de um Projeto de Controle Ambiental visando a manutenção da qualidade ambiental da área e a compensação e atenuação das adversidades geradas e se limitando exclusivamente as áreas estritamente necessárias à
execução das obras e a movimentação de veículos e máquinas, onde serão adotadas técnicas para minimizar impactos ambientais e preservar ao máximo a paisagem natural, e sempre respeitando as áreas de interesse ecológico como
Áreas de Preservação Permanente (APP’s).
Neste caso a Engem foi contratada para desenvolver os trabalhos para autorizar a implementação do Empreendimento Residencial Multifamiliar Condomínio SMART Tarumã, com área total de 8,63ha, conforme a Licença de Instalação – LI 002/2022 de 11/01/2022 a partir de seu inventário Florístico Florestal e o Projeto de Supressão Vegetal.
Serviço de Inventário Florestal, tipo Censo, a partir de levantamentos associados à coleta de dados sobre a diversidade florística e volumetria dos indivíduos arbóreos, execução de resgate de fauna e germoplasmas e elaboração de Relatórios para obtenção de Licenciamento Ambiental a fim de executar a Supressão da Vegetação e os serviços de transportes, coleta e destinação final.
Apresentou-se uma síntese referente as atividades de entendimento as condições
de validade da Autorização de Supressão Vegetal (ASV) na área a ser implantado o
empreendimento comercial, denominado Comercial Atacadista Nova Era com
área total de 19.042.058 m2 ou seja, quase 2ha, na Av. Torquato Tapajós, nº 2.871,
Bairro da Paz, na zona urbana de Manaus.
Os serviços de supressão vegetal para a implantação do empreendimento
comercial ocorreram no período de 29 de novembro de 2022 à 18 de dezembro do mesmo ano, onde foram proferidas palestras à equipe responsável pela atividade, afim de adotar técnicas para minimizar os impactos ambientais previstos. A lenha
proveniente da supressão foi estocada no local para retirada após a autorização a ser concedida pelo órgão ambiental competente – o Instituto de Proteção
Ambiental do Amazonas – IPAAM.
Todas as atividades de Supressão Vegetal foram acompanhadas pela equipe
técnicas da Engem Meio Ambiente e Projetos Ltda. acompanhadas pela equipe
técnicas da Engem Meio Ambiente e Projetos Ltda.
A Engem empresa executora do contrato, realizou a elaboração do Projeto e execução dos serviços de acordo com o projeto de Supressão Vegetal para ser aprovado para a remoção de 7,09 hectares em área para implantação com preservação e valorização da natureza nativa e resgate de espécies florestais.
Na prática, dá para considerar que com a implantação do novo loteamento residencial, as novas habitações do Empreendimento da Villa Marieta, terá como resultado final um bairro novo e urbanizado, que vai dar melhores condições de vida os amazonenses. É uma obra de fundamental importância, com impactos muito positivos no processo de expansão pelo qual passa o segmento imobiliário de Manaus. A região tem um potencial para ser bem explorada, pois já conta com o residencial Alphaville como vizinho, criando um polo de desenvolvimento urbano.
A Engem vem conquistando eficiência na execução de vários projetos e programas ambientais bem elaborados na região. Deve-se este êxito ao engajamento e empenho da Equipe Técnica bem preparada e sempre tentando fazer de uma forma melhor e mais eficiente.
forma melhor e mais eficiente.
Documento que visa apresentar o Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde – PGRSS – existente no Hospital Daher Lago Sul. Este trabalho foi instituído pela Resolução CANAMA nº 358/05 e ANVISA RDC Nº222/18 e demais legislações vigentes. Através deste documento o hospital busca proporcionar um encaminhamento seguro e de forma eficiente, visando a proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do Meio Ambiente.
A área onde está sendo implantado o empreendimento localiza-se no bairro do Tarumã em Manaus-AM, com 65,25ha e apenas parte dela –
37,74ha – será suprimida. Trata-se de um fragmento florestal urbano
localizada às margens do Igarapé do Epaminondas. Atualmente o Condomínio Residencial Multifamiliar Quintas do São José do Rio
Negro encontra-se em fase de implantação. Apresenta quatro fitofisionomias, a Floresta Ambrófila Densa, a Floresta Ambófila Densa
Aluvial, Campinarana e a Floresta Secundária, proporcionando o
estabelecimento da fauna silvestre na área.
Foi realizado o inventário Florestal com o objetivo de descrever a diversidade e a quantidade das espécimes florestais ocorrentes na área, objeto de licenciamento bem como quantificar o volume por espécie e demonstrar, assim, o total de madeira a ser suprimida. Desta forma, o conhecimento das espécies obtidas por meio do projeto de inventário
florestal, permite a diversidade local seja mais bem descrita e as plantas
de e interesse econômico e as protegidas por lei estadual e federal sejam
adequadamente identificadas.
A áreas inventariadas neste estudo para obtenção da Licença Ambiental Única – LAU – corresponde a 374.012,23 m2 (37,40ha), do todo maior de 652.504,75m2, aproximadamente 65,25ha. O diâmetro
mínimo estabelecido do diâmetro a altura do peito (DAP) foi de 10cm, a
nível de 100%, conforme os padrões usados.
Condomínio dos Ipês – PCA e PRAD
Os Estudos Ambientais de Empreendimentos Imobiliários, sejam eles loteamentos ou condomínios residenciais, são ferramentas de planejamento para ocupação sustentável dos espaços urbanizáveis. No caso do Loteamento Parque dos Ipês a gestão territorial é exercida pelo Código Ambiental de Valparaízo de Goiás, além do Plano Urbano e Ambiental do Município, e ainda a Lei Federal nº 4.591/1964 e a Lei nº 6.938 de 31.8.1981, que trata sobre Condomínios, orientando a concepção do projeto urbanístico e a elaboração dos estudos ambientais e da política nacional do Meio Ambiente que tem como objetivo compatibilizar o desenvolvimento econômico social com a qualidade do Meio Ambiente e do equilíbrio ecológico e a preservação dos recursos ambientais com vista a sua utilização racional e disponibilidade permanente (Art. 4º, I e VI).
Desta forma, a área do empreendimento se enquadra dentro de áreas urbanizáveis no município, cumprindo a etapa de Licenciamento Ambiental do Empreendimento conforme determina a legislação. Houve a necessidade de se recuperar áreas que sofreram processos de degradação, alterando suas características naturais e originais, tendo que se recompor áreas provenientes de intervenções antrópicas resultando em alterações de determinados ambientes dos quais são potencialmente geradores de fenômenos indutores de impactos ambientais. Foram introduzidas e plantadas mais de 8.000 mudas nativas do bioma cerrado e de matas ciliares, no sentido de mitigar e proteger o Meio Ambiente, bem como a reabilitação da área, minimizando os possíveis impactos negativos (degradações).
O Código Florestal (Lei nº 12.651/2012, Art. 3º, inciso II) conceituou as APP’s como áreas protegidas cobertas ou não, por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitando o fluxo gênico da fauna e flora, protegendo o solo e assegurando o bem estar das populações humanas.
A Engem executou todo o levantamento de campo histórico e cultural, salvamento, resgate, educação patrimonial e monitoramento em conformidade com a legislação e os Projetos de Avalição de Impacto ao
Patrimônio Arqueológico (PAIPA) e de seu respectivo Relatório de Avaliação de Impacto do Patrimônio Arqueológico (RAIPA), para cada um dos empreendimentos do aproveitamento energético do rio Ituxi e seu afluente Indimari.
Foram definidas as áreas de influência para o empreendimento e houve uma concordância para a execução dos serviços de arqueologia e através de caminhadas na área de influência direta, constatou-se a presença de vestígios históricos, provavelmente do final do século XIX ou início do século XX, próximo da Cachoeira Fortaleza, onde se localizava a sede do antigo seringal. E de onde partiu caminhos para os outros barracões e colocações rio acima. Constatou-se até um pequeno trecho de uma antiga linha de trem, onde foram encontrada restos trilhos e obras de arte (ponte e baldrame).
Assim, a organização dos primeiros seringais guarda a relação com a cidade de Lábrea (1871). Este trabalho vem cumprir a legislação vigente dos estudos arqueológicos no Brasil, são regidos por um corpo legislativo extremamente bem fundamentado e fiscalizados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Nacional (IPHAN/MinC).
A pesquisa foi devidamente autorizado pelo órgão e assim os serviços foram executados seguindo a legislação brasileira, referente ao patrimônio arqueológico pré-histórico e histórico, no que concerne à fase da obtenção do Licenciamento Ambiental.
O Espaço Serenar está planejado para uma estrutura de Lazer e Gastronomia contemplada por restaurante, bar, café. Foi elaborado um Plano de Controle Ambiental (PCA) para as fases de construção e operação do empreendimento, e, integra os estudos ambientais que tem como objetivo estudar as condicionantes físicas, bióticas e antrópicas de suas áreas de influência, assim como, identificar e avaliar os impactos ambientais significativos a serem gerados pelas obras de instalações e definir as medidas mitigadoras e compensatórias, bem como os planos ambientais para minimizar os impacto previstos decorrentes da implantação do Projeto.
E também gerenciar e implantar uma gestão para a disposição final dos resíduos sólidos na área, visando a prevenção de riscos ambientais.
do Licenciamento Ambiental.
Elaborado pela Engem em parceria com a Engeconsult e Maia Melo Engenharia, empresas que a contrataram para a elaboração do Empreendimento da BRT Sul, subtrechos 3 e 4, entre Gama, Santa Maia, Núcleo Bandeirante, Park Way, Plano
Piloto, EPIA Sul e EPIA Norte, obra fundamental, pois atende parte da demanda do transporte público no Distrito Federal.
O PBA é o documento desenvolvido para o cumprimento das condicionantes que apresenta todas as medidas de controle e os programas ambientais nos Meio Físico, Biótico e Socioeconômico.
E é considerado como a principal diretriz, a qual será utilizada pelo Empreendedor
e pelo órgão ambiental para execução e fiscalização do correto cumprimento dos Programas Ambientais, de forma a minimizar, mitigar e compensar os impactos identificados.
das Cachoeiras
A elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), foi instituído pela Resolução CONAMA nº 01/86 de 23/01/1986, consiste em um documento técnico multidisciplinar obrigatório para a atividade ou empreendimento causador de significativo impacto ambiental. E é de responsabilidade do empreendedor.
A Engem é uma empresa especializada em consultoria técnica ambiental, qualificada e habilitada a elaborar estudos de EIA/RIMA, pois possui um grupo multidisciplinar de profissionais qualificados para tanto, capaz de avaliar todas as variáveis ambientais do empreendimento.
E com isso estamos desenvolvendo os Estudos Ambientais para este empreendimento de aproveitamento energético na Bacia Amazônica, localizada no município de Lábrea no estado do Amazonas, em cinco cachoeiras a serem transformadas em centrais hidrelétricas (PCH’s):
Cachoeiras Água Preta, Do Meio e Fortaleza no Rio Ituxi e as cachoeiras Caracol e São José ambas no seu afluente Rio Endimari.
Os estudos vem seguindo uma ordem iniciada pela identificação do empreendimento, definição das áreas de influência direta e indireta, seguido pelo Diagnóstico Ambiental do meio físico, biótico, socioeconômico com seus usos e ocupações do solo e da água e o estudo arqueológico, destacando seus sítios e monumentos históricos e culturais nas áreas de influência, a etapa de prognósticos ambientais, as análises dos impactos ambientais do projeto e suas alternativas, a definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos e a elaboração dos Programas Ambientais.
Plano Diretor Municipal da Chapada dos Guimarães o trabalho tem por objetivo
apresentar os termos e disciplinas que devem ser desenvolvidos, de modo a gerar um processo dinâmico de eco desenvolvimento do município traduzido
nos usos multissustentáveis, proporcionados pelas potencialidades naturais.
Outrossim, a Cidade da Chapada dos Guimarães assume a condição de
interligar a capital do Estado Cuiabá, devido sua proximidade e fatores de
intercâmbio, e pelo fato de que, parte de seus habitantes, exerce suas
atividades profissionais lá.
O Plano Diretor nada mais é que um instrumento de planejamento local, da
política de desenvolvimento e expansão urbana, com diretrizes de uso e
ocupação do solo, zoneamento, índices urbanísticos, áreas de interesses
especiais e sociais, diretrizes econômicas e financeiras, administrativas de
preservação da natureza e controle ambiental. Sua função é sistematizar o
desenvolvimento físico visando o bem estar da comunidade local, com o
objetivo de promover a ordenação dos espaços habitáveis e não habitáveis,
com estratégia de oferecer melhorias nos serviços de saúde, educação, saneamento, lazer, bem estar social, cultura e esporte.
É uma Lei Municipal elaborada pelo Poder Executivo e aprovada pelo poder
Legislativo e a Sociedade Civil.
Atuamos desde o diagnóstico, o estudo de viabilidade até a implementação do Projeto. Tem uma participação ampla com todos os cidadãos. A participação da população deve ser estimulada para que o Plano Diretor corresponda a realidade e expectativas quanto ao futuro.
As atividades econômicas dependem da geração de energia, principalmente fonte de luz, calor e força utilizada. Para suprir a demanda diária de residências, indústrias, órgãos públicos, empresas e empreendimentos privados, supermercados, hospitais, shoppings entre outros, necessitam desse tipo de energia.
E pensando em uma implantação deste tipo e empreendimento que potencialmente pode causar alterações no Meio Ambiente devem ser conhecidos e avaliados de por isso deve ser realizadas intervenções sobre os componentes ambientais, o Meio Físico, Biótico e Socioeconômico, os quais devem ser modificados de forma reversível ou irreversível de acordo com as atividades e feições afetadas. Desta forma, o conhecimento inicial das condições ambientais é de grande importância, uma vez que, as metas ambientais a serem propostas podem ajudar a melhorar as condições atuais e atenuar impactos futuros.
movida a gás natural liquefeito.
Este é o registro de mais uma realização e execução da Engem – Meio Ambiente e Projetos.
Inventário Florestal em um bosque de pinus caribaea, com 55 hectares de efetivo plantio realizado ainda na década de 70. Inventário este para se obter as informações sobre suas características quantitativas e qualitativas.
As atividades de campo deste Projeto estão sendo realizadas mediante demarcações de parcelas georreferenciadas de 400 metros quadrados, com seus devidas levantamentos e o trabalho de escritório pra a realização dos cálculos necessários.
As atividades estão sendo conduzidas pelos engenheiros florestais Edison Mileski, Igor Cobelo Ferreira e Anian Amaral, além da Administradora de Empresas Francisca Mara Melo da Silva.
Conclusão
O inventário Florestal instalou 20 parcelas de 20m x 20m (0,04 ha), distribuídas aleatoriamente ao longo da área a ser suprimida, inventariando-se 451 indivíduos. O erro relativo amostral foi de 6.46% para a variável volume, 10.31% para a variável densidade e 5.39% para a variável área basal.
Devido à idade avançada do povoamento e dos fatores antrópicos associados, a taxa de mortalidade encontrada foi de 10,54%. Dessa forma, a volumetria das árvores vivais de Pinus caribaea var. hondurensis é de 550.64 m3 por hectare (IC 95%: 458; 563) e área basal de 55.85 m2 por hectare (IC 95%: 52.82; 58.88). Isso equivale, para a área total de 46.41 ha, a um volume de 25555.20 m3 (IC 95%: 23903.00; 27207.39), densidade de 23669.10 indivíduos (IC 95%: 21256; 26129) e área basal de 2591.99m2 (IC 95% 2451.37; 2732.62).
A partir do cálculo de volumes por sortimento, foram considerados, para a área total de 46.41 ha, como aproveitáveis para laminação, apenas as árvores de QF 1, com o volume de 2813.99m3 (IC 95%: 2632.05; 2995.92)
Para Serraria I e Serraria II, podem ser considerados os indivíduos de QF 1 e 2, com volume de 11184.81m3 (IC 95%: 10461.67; 11907.95) na área total e, para os produtos de processo, podem ser considerados os indivíduos com QF1, 2 e 3, que somam um volume de 2862.56 m3 (IC 95%: 2677.49; 3047.63) na área total. Por fim, o volume considerado para resíduo é de 1653.36m3 na área total.
Elaboração de um laudo técnico em área onde envolveu uma grande retirada e movimentação de terras situadas em área urbana no município de Canela-RS. O uso e ocupação do solo nesta área são basicamente residenciais e consolidadas. Este estudo propõe soluções para a contenção da degradação do terreno e reparação de danos causados na residência da Sra. Jane Regina Damian, localizada na esquina das Ruas das Américas com Av. Canadá, após a retirada de um morro com 15 a 17 metros de altura que se encontrava nos fundos de sua residência, onde surgiram várias rachaduras na casa, nas dependências de gás, calçamento, de modo que comprometeu a parte estrutural, com risco de desabamento.
A Constituição Federal de 1988 consolida os princípios que direciona a Política Nacional de Meio Ambiente (Artigo 225, Capítulo VI).
Para a avaliação fez-se uma análise multi temporal da dinâmica de fragmentação na região onde ocorreu a retirada de terra.
O uso da tecnologia na avaliação das alterações antrópicas na paisagem permite uma percepção dos problemas existentes, gerando subsídios para a melhor gestão dos Recursos naturais. Assim objetivou-se a partir de imagens orbitais do Satélite Landset 5, o mapeamento da região do ocorrido nas principais classes de uso do solo antes existente durante o período de 2010, 2015 e 2020.
O processamento das imagens foi realizado com o auxílio do software ArcGIS.
A análise multitemporal identificou o solo exposto. Observa-se que a imagem de 2010 apresenta alteração da paisagem originalmente coberta com vegetação e terras altas. Já no ano de 2015, já havia sido mostrada e retirada grande quantidade de solos, e no ano de 2020 permite constatar redução de vegetação nativa e de solos e com o aumento do antropismo na região de influência.
A solução proposta sereia a realização de uma obra como muro de pedras ou um cordão de gabião, ou ainda a construção de um moro de contenção convencional, na área total do corte em extensão e altitude com especificações técnicas, acompanhado por medidas preventivas no intuito de evitar qualquer pressão, erosão e causas de rachaduras nos terrenos ao entorno. Também para minimizar este problema é importante a recomposição da vegetação com gramíneas e espécies nativas na área afetada para proteger o solo.
realidade e expectativas quanto ao futuro.
Síntese das atividades no Projeto de Revegetação desenvolvido pela GW Engenharia, a fim de revegetar e plantar árvores em dez áreas distintas de proteção do Distrito Federal. O Plantio foi realizado a título de Compensação Ambiental em áreas degradadas.
As áreas de abrangência são:
Parque Ecológico Asa Sul Parque Ecológico Águas Claras Parque Ecológico Sucupira –
Parque Ecológico Lago Norte – Parque Ecológico Varjão Área de Proteção dos Mananciais Taquari – Estação Ecológica Jardim Botânico – Estação de Tratamento de Esgoto Samambaia-Melchior – Parque Nacional de Brasília e Floresta Nacional de Brasília
A execução dos trabalhos deu-se em várias etapas se complementando e buscando atingir o objeto e metas programadas.
Este diagnóstico permitirá avaliar a situação dos plantios existentes e o alcance do objetivo de recuperação das áreas degradadas, com sugestões de medidas corretivas, se for o caso. Assim, o relatório técnico aborda sobre os seguintes pontos:
III. AÇÕES EM ANDAMENTO – contendo uma descrição sucinta das ações que estão sendo desenvolvidas, descrevendo a metodologia, estratégia e metas a serem alcançadas

O objeto dos serviços em apreço é a elaboração do Plano Diretor Municipal para Nobres, conforme especificações e condições técnicas.
O Plano Diretor é extremamente importante para um município, pois, orienta a política de desenvolvimento e ordenamento da expansão urbana, faz com que o município se desenvolva de forma organizada, além de definir onde serão os distritos industriais, a localização do comércio e até a altura dos prédios, dentre outros planejamentos.
Entre os impedimentos provocados pela falta de Plano Diretor, os municípios têm dificuldades de receber verbas federais, contrair empréstimos, além da necessidade do desenvolvimento de diretrizes para a exploração do turismo nesses municípios.
O município de Nobres não dispõe de um Plano Diretor vigente.
Nesse sentido foi efetuada a contratação pelo Governo do Estado do Mato Grosso de empresa especializada na execução desse tipo de estudo para alcançar o objetivo de prover ao município de Nobres este importante instrumento de gestão e organização do espaço territorial municipal.
A SINFRA – Secretaria de estado de Infraestrutura e Logística do Governo do Estado Mato Grosso é a Contratante e a responsável pela consecução do Projeto.
A ENGEM Meio Ambiente e Projetos Ltda., vem atuando na elaboração de Planos Diretores, Planos de Gestão de Resíduos, Planos de Saneamento, o que lhe confere ampla experiência para execução desses serviços.
O Plano Diretor é uma Lei Municipal elaborada a partir de técnicos especializados e com a estreita participação da sociedade e aprovada pelo Poder Público Municipal em suas casas legislativas, que constitui um pacto social e um instrumento a partir do qual são construídas as diretrizes do planejamento urbano e rural do município, para organizar os espaços da cidade, ajustar os usos do solo no território municipal da melhor maneira possível, preservar o Meio Ambiente e garantir a melhoria da qualidade de vida da população.
Orientar os planos, programas e ações do Executivo Municipal na direção da compatibilidade entre os interesses públicos e coletivos da sociedade; Buscar uma organização mais justa dos benefícios e dos ônus da urbanização e da ocupação territorial geral do município
Ampliar o direito à cidade, o direito à cidadania, ao meio ambiente saudável, ao desenvolvimento sustentável
Consolidar a gestão democrática no município.
Coleta de informações existentes na Prefeitura Municipal, órgãos e instituições municipais, estaduais e federais
Obtenção de dados em campo a partir de visitas técnicas, entrevistas, mapeamentos e levantamentos
Elaboração e submissão de amplo questionário participativo para pesquisa de opinião junto à Comunidade
Processamento dos dados obtidos
Apresentação dos dados e dos resultados à comunidade na Primeira Audiência Pública
Consolidação do diagnóstico da realidade municipal a partir das opiniões, críticas e sugestões resultantes das primeiras Audiências Públicas.
Apresentação e Discussão de Propostas com base na realidade municipal identificada.
Serão realizadas cinco Audiências Públicas relacionadas à elaboração do Plano Diretor (PD) para dar conhecimento pleno à população e fortalecer o caráter participativo do PD
Primeira Audiência Pública no centro urbano de Nobres
Segunda Audiência Pública em Roda da Água
Terceira Audiência Pública em Bom Jardim
Quarta Audiência Pública no Centro Urbano de Nobres
Quinta Audiência Pública Final para apresentação do Plano Diretor elaborado a partir dos estudos, no centro urbano de Nobres.
Apresentação técnica das atividades realizadas e dos resultados obtidos até o estágio atual do desenvolvimento dos trabalhos
Discussão com a comunidade – espaço aberto a perguntas, questionamentos, solicitação de esclarecimentos outros itens pertinentes
Importante a assinatura da Relação de Presença por todos os participantes
Uma lista de perguntas para formulação de questões escritas circulará pelos participantes desde o início do evento e após a finalização das manifestações orais será lida para respostas
Os slides da Apresentação são numerados para facilitar a identificação. Assim, os participantes podem realizar perguntas objetivas relacionadas a algum slide específico apenas informando o seu número.
Um Formulário de Apresentação de Propostas circulará entre os presentes desde o início do evento para acolher proposições que serão avaliadas para inserção no Plano Diretor.
– Novo Perímetro Urbano
– Zonas de Expansão Urbana
– Zona Industrial
– Zona de Especial Interesse Ambiental
– Zonas de Especial Interesse Turístico e Ambiental
– Zona de Especial Interesse Social
– Zona de Restrição à Mineração
– Zona de Proteção Ambiental
– Zona de Uso Misto
– Zona Residencial
– Zona de Desenvolvimento Rural
– Zona de Recuperação Ambiental
– Criação da Área de Proteção Ambiental (APA) Municipal das nascentes do Rio Nobres
– Criação do Parque Municipal do Morro Vai Quem Quer
– Criação e Implantação do Horto Florestal Municipal
– Criação do Ecoparque Municipal
– Ampliação da largura de APP’s de nascentes para 100 metros
– Ampliação da largura de APP’s de cursos da água na área urbana que forem de 30 metros para 50 metros
– Definir como 04 andares o limite de altura predial na área urbana
– Mapeamento Geológico-geotécnico de Detalhe da Área Urbana
– Elaboração do PMGIRS
– Revisão do PMSB elaborado em 2017 – previsão 4 anos
– Elaboração do Plano Diretor de Drenagem Urbana
– Elaboração do Plano Diretor de Esgotamento Sanitário
– Elaboração do Plano Municipal de Gestão dos Recursos Hídricos
– Elaboração do Plano Municipal de Arborização Urbana
– Núcleo de Acompanhamento e Gestão de Projetos.










Os Prazos e Carência Para o Georreferenciamento e a Certificação do Incra constam no artigo 10 do Decreto nº. 4.449/02 estabeleceu prazos de carência para a exigência do georreferenciamento e da certificação do INCRA quanto aos imóveis rurais.
Atualmente, os imóveis rurais com área inferior a 100 ha. (Hectares), objeto de desmembramento, parcelamento, remembramento ou de qualquer situação de transferência, não precisam ostentar de imediato o georreferenciamento e a certificação do INCRA. Tal providência será necessária a partir de 21 de novembro de 2023 (artigo 10, incisos V a VII, c/c seu parágrafo terceiro, do Decreto nº. 4.449/02). Conforme as referências abaixo, verifique os prazos de carência para exigir-se o georreferenciamento e a certificação do INCRA:
100 a menos de 250 hectares : ( VENCIDO)
25 a menos de 100 hectares : ( VENCIDO)
0 a menos de 25 hectares : 20 /11 / 2025
Quanto aos imóveis rurais com área superior a 100 ha (hectares), o georreferenciamento e a certificação do INCRA são exigíveis de imediato, pois os prazos estão vencidos.
Atendemos em todo território nacional de acordo com as normas exigidas pelos órgãos.
Supressão Vegetal é a retirada da vegetação nativa dentro de uma área de um imóvel urbano ou rural para o uso alternativo do solo. E é regulamentada pelas legislações ambientais especificas e pelo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012) devendo ser autorizado previamente pelos órgãos ambientais responsáveis ou competentes. O corte ou manejo de vegetação sem a devida autorização de Supressão Vegetal (ASV) é crime.
A Engem tem uma equipe técnica qualificada e com grande experiência na obtenção da Autorização de Supressão Vegetal (ASV) fornecendo todo o suporte necessário para a elaboração dos Laudos, Relatórios Ambientais, Inventário ou Censo Florestal e o Enfileiramento da Madeira, além dos Programas de Fauna, garantindo que o projeto seja realizado com sucesso e bem visto pela sociedade devido ao respeito, as normas ambientais do nosso país.
A Engem – Meio Ambiente e Projetos Ltda. está à disposição para tratar sobre o assunto, entre em contato que teremos o maior prazer em esclarecer todos os envolvimentos dos requisitos legais para obtenção da ASV, pois variam de acordo com o Bioma e a necessidade da área pretendida para implantação do empreendimento.








